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18 maio, 2009

Filmes

Um Passaporte Húngaro (Sandra Kogut - 2001)

Busca descobrir de que é feita a construção de uma identidade: os documentos, a memória, a família, um sobrenome, uma história, uma herança. O que é que significa hoje ser húngaro? E brasileiro? O que é uma nacionalidade? Ao contrário do que se pode imaginar, o resultado da procura da diretora torna-se secundário diante da riqueza do caminho percorrido por ela. Através do pedido de um passaporte, o documentário narra a história de uma família, conduzida pela relação entre a diretora e sua avó materna, Mathilde Lajta, guiando o espectador em uma viagem de retorno às origens húngaras. Uma família que como muitas, foi dividida entre dois mundos e dois exílios: aquele dos que se foram e aquele dos que ficaram.

- Mesma diretora de Mutum.
- Um Passaporte Húngaro é uma co-produção franco-brasileira.
- Outro título, Passaporte Húngaro.


Todos os Corações do Mundo (Murilo Salles - 1995)

Todos os Corações do Mundo é um documentário brasileiro de 1995, dirigido por Murilo Salles. O documentário oficial da FIFA sobre a Copa do Mundo de 1994, onde o Brasil se consagrou tetracampeão, mostrando seus melhores momentos, desde as jogadas, gols, torcidas, até a final em Los Angeles, quando a 17 de Junho de 1994 a Seleção Brasileira sagrou-se Tetracampeã do Mundo, sendo o primeiro pais a conseguir este título.

- A produção utilizou 22 câmeras, cerca de 30 toneladas de equipamento e mais de 100 pessoas, além de ter sido vista por cerca de 3 milhões e 600 mil espectadores.




Greve! (João Batista de Andrade, 1979)

Sinopse:
O documentário segue os eventos principais da greve realizada pelos trabalhadores metalúrgicos do ABC (cidades suburbanas industriais de São Paulo), liderados por Lula, em março, 1979, com testemunhais de trabalhadores que participaram, revelando as razões objetivas que os levaram a um sólido e transformador movimento.

Gênero: Documentário
Diretor: João Batista de Andrade
Duração: 36 minutos
Ano de Lançamento: 1979

(...) "Depois, mais perto da anistia, com a abertura em marcha, tive também a honra de ter meu filme GREVE! lançado, ainda durante a greve dos metalúrgicos (1979) pelo movimento cineclubista. Sem censura, com matéria em jornal, cobrando ingressos no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, com filas que desciam do primeiro andar, atravessavam o saguão do prédio e chegavam até à rua! Claro, sei lá quantas cópias foram apreendidas e eu ganhei um processo ( que os censores trataram de destruir logo depois da abertura). Mas o filme foi um sucesso inquestionável: mostrava ao país as imagens da greve, e de Lula, proibidas na TV. E foi através do "Greve!" e do filme do Renato (Um dia Nublado) que os líderes da greve, inclusive Lula, viram as imagens do movimento que eles próprios produziam e ainda conduziam." - João Batista de Andrade [fonte]

Prêmio Especial do Júri no Festival de Havana de 1979

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O Cajueiro Nordestino (Linduarte Noronha - 1962)


O filme foi realizado em imagens e ritmos visuais, sem narrativa falada ou legenda. Trata do cajueiro como se fosse pessoa humana, encarando os diversos aspectos da utilidade da árvora e do fruto, bem como seu aproveitamento na ornamentação e motivos esculturais.

Gênero: Documentário
Diretor: Linduarte Noronha
Duração: 20 minutos
Ano de Lançamento: 1962
País de Origem: Brasil
Idioma do Áudio: Português
IMDB: Não Cadastrado


Parte 1

Parte 2

Parte 3








Entreatos

De 25 de setembro a 27 de outubro de 2002 a equipe de filmagem acompanhou passo a passo a campanha de Luís Inácio Lula da Silva à presidência da República. O filme revela os bastidores de um momento histórico através de material exclusivo, como conversas privadas, reuniões estratégicas, telefonemas, traslados, gravações de pronunciamentos e programas eleitorais.

- Entreatos é um documentário de longa-metragem que flagra os bastidores de um momento histórico. Um momento de poucos precedentes na história mundial, que foi a chegada de um ex-líder operário à presidência de uma república. O termo bastidores assume aqui o seu sentido mais pleno, já que o filme enfoca cenas privadas do cotidiano de Luís Inácio Lula da Silva nos dias e momentos que antecederam sua definitiva consagração nas urnas, em outubro de 2002, após três tentativas frustradas em eleições anteriores.









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Importante Assistir: PEÕES

Raízes do Brasil (Nelson Pereira dos Santos - 2004)

Nelson Pereira dos Santos leva às telas a biografia de Sérgio Buarque de Hollanda. Documentário dividido em duas partes autônomas, em dois filmes independentes mas complementares, sobre a vida e a obra de Sérgio Buarque de Holanda, pensador que é uma das referências para o conhecimento da cultura e da história do Brasil, autor dos livros Raízes do Brasil e Visão do Paraíso. O filme mostra desde o cotidiano de Sérgio, incluindo o modo como interagia com a família e amigos, até um panorama cronológico de sua época, em que lidou com o nazismo, os anos de Getúlio Vargas no poder e a ascensão do movimento modernista no Brasil.

Parte I (76 minutos)
A partir das entrevistas com a viúva Maria Amélia, seus filhos, netos e dois amigos, Paulo Vanzolini e Antonio Candido, mostra como Sérgio tinha um lado sério e erudito e outro brincalhão. O espectador é levado à intimidade do trabalho do historiador, seu escritório sagrado, sua biblioteca e a paixão pela pesquisa que o fazia ler e escrever por horas a fio. É levado também ao seu mundo de diversão, em que se descobre um Sérgio muito gozador, que gostava de abrir a casa para os amigos, que levava uma vida boêmia e que era extremamente carinhoso com a família. Nelson Pereira procura destacar aspectos menos conhecidos de Sérgio, sua vida com os seus filhos e netos. Gravado em ambientes descontraídos, como bares, casas dos familiares e ruas do Rio, mostra que a seriedade intelectual de Sérgio está ligada à alegria, à afirmação do lado brincalhão da vida.

Parte II (76 minutos)
São os "Apontamentos para a cronologia de S." levados à tela. A pedido de Francisco de Assis Barbosa, Sérgio Buarque redigiu os fatos mais importantes de sua vida em ordem cronológica. No filme, Ana de Hollanda e Miúcha lêem os apontamentos enquanto aparecem imagens de arquivos pessoais e cenas históricas, como o carnaval no Rio de Janeiro, os anos do governo de Getúlio, o fortalecimento do Nazismo (época em que Sérgio estava na Alemanha) e a agitada vida intelectual modernista. Intercalando com a leitura dos apontamentos, Silvia Buarque lê trechos de Raízes do Brasil e Zeca Buarque, outros textos de Sérgio.

- Raízes do Brasil é dividido em duas partes, cada uma com 70 minutos de duração.

- Na 1ª parte são exibidas entrevistas com familiares e amigos de Sérgio Buarque de Hollanda, que revelam sua intimidade. Já na 2ª parte são mostrados os principais fatos da vida de Sérgio em ordem cronológica, com imagens de arquivo e trechos de seus livros sendo lidos por Sílvia Buarque e Zeca Buarque.

- Foi exibido pela primeira vez no auditório da Petrobras, no Centro, reunindo membros da família do escritor, como a cantora Miúcha, sua filha.

- O diretor travou dura luta por três anos para conseguir recursos para o projeto.


Principais entrevistas ("elenco")
Sérgio Buarque de Hollanda
Chico Buarque
Sílvia Buarque
Miúcha
Maria Amélia
Cristina Buarque
Zeca Buarque
Ana de Hollanda
Maria do Carmo de Hollanda
Sergito
Alvinho
Antônio Cândido
Paulo Vanzolini


Este belo documentário se acha fortemente ameaçado. Peço que não alterem a nomenclatura. Pois, como já foi dito, exaustivamente, ela não se presta a ser bonitinha. Se destina, tão somente, a incluir palvras chaves que possam facilicar a localização de um arquivo numa rede de mais de vinte milhões deles. Após terminar de baixar, retire uma cópia sua e renomeie ao seu gosto, deixe a outra semeando. No fundo, de nada adianta deixar sua pasta de compartilhamento completamente vazia se, de qualquer modo, outro usuário sempre estará baixando algum arquivo seu. Não tem como, é p2p!!! Portanto, escolha os arquivos mais ameaçados para semear. Forte abraço. Ajude o blog e o p2p. Afinal, são eles que pensam em você. Você também deveria se importar com eles. Nem que fosse minimamente, como neste caso.




Doutores da Alegria


O dia-a-dia dos hospitais que recebem visitas do grupo Doutores da Alegria, formado por atores que se vestem de palhaços para alegrar as crianças internadas. A transformação pela qual o ambiete passa com a simples presença dos palhaços, proporcionando cenas engraçadas e ainda presenciando depoimentos tocantes ao lado dos pacientes, seus pais e médicos.


Faixa de Areia



Resultado de uma pesquisa sobre a diversidade nas praias cariocas. As histórias que se cruzam nas areias da praias são ilustradas por escritores, artistas, prostitutas, vendedores e anônimos, todos integrados com naturalidade aos códigos praianos do Rio de Janeiro.


Um painel sobre as praias do Rio de Janeiro e a diversidade de seus frequentadores.


Nós Que Aqui Estamos por Vós Esperamos


Memória do século XX, a partir de recortes biográficos reais e ficcionais de pequenos e grandes personagens. O filme pretende discutir a banalização da morte e por correspondência direta, da vida.


Peões


Documentário sobre a história pessoal de trabalhadores da indústria metalúrgica do ABC paulista que tomaram parte no movimento grevista de 1979 e 1980, mas permaneceram em relativo anonimato. Eles falam de suas origens, de sua participação no movimento e dos caminhos que suas vidas trilharam desde então. Exibem souvenirs das greves, recordam os sofrimentos e recompensas do trabalho nas fábricas, comentam o efeito da militância política no âmbito familiar, dão sua visão pessoal de Lula e dos rumos do país. O filme foi rodado no período final da campanha presidencial de 2002.

A Pessoa É Para O Que Nasce



São irmãs. São três. São cegas. Unidas por esta peripécia incomum do destino, viveram toda sua vida cantando e tocando ganzá em troca de esmolas nas cidades e feiras do nordeste do Brasil. O filme acompanha os afazeres cotidianos destas mulheres e revela suas curiosas estratégias de sobrevivência, da qual participam parentes e vizinhos. Acompanha também, numa reviravolta inesperada, o efeito do cinema na vida destas mulheres, transformando-as em celebridades. Um filme em que diretor e personagens confrontam-se com os laços que surgem entre eles, revelando a sedução e os riscos do ofício de documentarista.


Tudo é Brasil


Tudo é Brasil traz cenas inéditas e imagens dos bastidores do filme americano It's All True, dirigido e rodado no Brasil por Orson Welles na década de 40. Com depoimentos do próprio Welles, e de tantos outros colaboradores brasileiros e americanos, o longa-metragem traz a tona a história secreta do filme It's All True, dirigido pelo pai do cinema moderno.

Curiosidades
- Inicialmente programado para retratar o carnaval carioca, o longa-metragem de Welles acabou mostrando o lado real do nosso país: o quotidiano dos negros, o subúrbio carioca, dos jangadeiros de Fortaleza e tantas outras imagens de nossa terra.

- O cineasta, encantado pela cultura e criatividade do povo brasileiro, filmou cenas históricas sobre a origem do samba e sua relação com o jazz.

- A produção conta com imagens exclusivas que reconstroem nossa história musical.

- As cenas foram rodadas em pontos históricos como a Praça Onze, o Cassino da Urca, o baile de gala no Teatro Municipal - Cinelândia e na ABI, todos no Rio de Janeiro. São imagens da arquitetura carioca, no período do Estado Novo.

- It's All True reconstitui a trajetória dos quatro jangadeiros, que ao reivindicar melhorias para a sua classe ao então Presidente Getúlio Vargas, fazem a travessia Fortaleza-Rio de jangada.

- Ao tentar representar sua história para a câmera, os jangadeiros foram arrastados pela maré e o líder do grupo, Jacaré, acabou morrendo afogado.

- Tudo é Brasil reconstitui a trajetória do projeto americano estruturada em blocos independentes - mas nada linear, apenas a estória da história.

- Segundo filme da trilogia idealizada por Sganzerla sobre a visita de Welles ao Brasil. Foi precedido de Nem Tudo é Verdade.

- Tudo é Brasil foi montado na moviola, na mão mesmo, sem hi-tech (com exceção do som, feito no computador).


Documento Especial

O programa foi exibido pela primeira vez em 1989, na Rede Manchete, apresentado pelo ator Roberto Maya, que até então apresentava o Jornal da Manchete. Na direção, o documentarista Nelson Hoineff.


Com o subtítulo televisão verdade, consistia numa reportagem com cerca de 30 minutos sobre um assunto da atualidade, formato similar a de programas como o Globo Repórter, só que sem a assepsia que caracteriza(va) o jornalismo da Rede Globo. Vários assuntos "underground" eram apresentados pelo programa, que não economizava nas cenas fortes, tanto que, antes do programa, subiam letreiros desaconselhando crianças e pessoas sensíveis a assistir ao programa.


A primeira fase do Documento Especial, exibida na Manchete entre 1989 e 1991 marcou época com programas clássicos, como Os pobres vão à praia, Muito feminina (abordando a homossexualidade feminina), Luta livre, O suicídio dos indios Kaiowá, Amor, Vida de gordo (a maior audiência conquistada pelo programa, em 1990), Igreja Universal (a primeira vez em que práticas excusas da Igreja Universal do Reino de Deus eram denunciadas), entre outros.


O contrato com a Manchete termina em 1991, e a emissora passa a apresentar uma versão "genérica" do Documento: Documento Verdade, apresentado por Henrique Martins, também ator com voz e aparência semelhantes às de Roberto Maya.


Em 1992, Nelson Hoineff aceitou o convite de Sílvio Santos e trouxe o programa para o SBT, onde continuou abordando temas ditos "fortes", mas de maneira mais leve do que era feito na Manchete. São dessa época programas como A cultura do ódio (que renderam à equipe do programa processos por suposta apologia ao nazismo, além de terem sido acusados de apresentar depoimentos forjados de supostos neonazistas), programas "conceituais", como Saudade e Amor, e Vidas Secas, premiado internacionalmente. Hoineff se desentende com o SBT em 1995, acusando a emissora de censura a certos temas que eram apresentados no programa, queixa que já era antiga, uma vez que o matéria que marcaria a estréia do programa no SBT, O país da impunidade, nunca foi exibido.


O Documento Especial fica fora do ar até novembro de 1997, quando volta a ser exibido na Rede Bandeirantes, durante pouco mais de dez meses, numa fase bem apagada, sem qualquer reportagem marcante.


Pela equipe do programa, passaram jornalistas hoje conhecidos do grande público, como o repórter da Rede Record André Rohde e Guilherme Fiúza, autor do livro Meu nome não é Johnny.


Desde janeiro de 2007, uma seleção com os melhores programas da série apresentados nas três emissoras vem sendo exibida no Canal Brasil, às 23h, todos as quintas.


Acompanhem as atualizações dos programas no próprio post. Na barra lateral do blog sempre haverá um link de atalho.


Muitos desses arquivos apenas possuem uma única fonte completa. Temos de semear!!!



À Margem da Mídia

A Revolução dos Idiotas

Vida de Modelo

Soltando a Franga na América

Tribos Urbanas

Conexão Lisboa


Saudade


Brasil, O Número 63

Guerra Social

Igreja Universal

Vidas Secas

Os Pobres Vão à Praia

Amor Bandido

Alta Exposição


Hércules 56



Na semana da independência de 1969 o embaixador americano no Brasil, Charles Burke Elbrick, foi sequestrado. Em sua troca foi exigida a divulgação de um manifesto revolucionário e a libertação de 15 presos políticos, que representam diversas tendências políticas que se opunham à ditadura militar. Banidos do território nacional e com a nacionalidade cassada, eles são levados ao México no avião da FAB Hércules 56. Através de entrevistas com os sobreviventes os fatos desta época são relembrados.

Premiações
- Ganhou 5 prêmios no Recine, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme - Júri Popular, Melhor Diretor, Melhor Edição e Melhor Concepção Sonora.

- Ganhou o prêmio de Melhor Filme - Júri Popular, no Festival de Campo Grande.


Curiosidades
- Estréia de Sílvio Da-Rin como diretor de longa-metragens.

- Hércules 56 foi captado em vídeo digital e transferido para película 35 mm.

- As filmagens ocorreram entre julho e outubro de 2005, nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Aracaju.

- Dos 15 presos políticos trocados pelo embaixador americano, 6 já haviam falecido quando as filmagens de Hércules 56 ocorreram. Todos os demais deram seus depoimentos ao filme.

- Praticamente toda a trilha sonora de Hércules 56 é original, com duas exceções: um trecho da canção "Hasta Siempre", tocada na cena do desembarque em Havana; e "Aquele Abraço", nos créditos finais.

- "Aquele Abraço" foi composta por Gilberto Gil no curto período de sua libertação, em 1969, e seu exílio em Londres. Era uma das músicas mais tocadas na rádio na época dos acontecimentos mostrados em Hércules 56.

- Exibido na mostra O Estado das Coisas, no Festival É Tudo Verdade 2007.

- O orçamento de Hércules 56 foi de R$ 760 mil.



No Olho do Furacão



Documentário sobre a história íntima dos militantes da luta armada brasileira. O filme busca investigar como eles viviam na clandestinidade: seu cotidiano, seus amores, suas crenças, seus medos, seus gestos. A vida dos jovens que enfrentaram e se imolaram na guerra contra a ditadura militar.


The interior story of the young guerrillas who fought the Brazilian military dictatorship in the 60’s. Their loves, believes, fears and gestures told by the survivors who are today professors, politicians and retired.

Resumo

No Olho do Furacão não é um filme sobre as questões políticas do final dos anos 60, sobre as ações armadas da guerrilha, sobre a violência da repressão. É um documentário sobre a história interior dos militantes. O que o filme busca é investigar como eles viviam na clandestinidade: seu ccotidiano, sua vida pessoal, seus amores, suas crenças, seus medos, seus gestos. Um olhar penetrante na vida e na intimidade dos jovens que enfrentaram e se imolaram na guerra contra a ditadura militar.


Curiosidades

- Produzido especialmente para a TV.
- Recebeu o título em inglês de "In the Eye of the Hurricane".

- Prêmios de produção: "Itaú Rumos" e "Documentários Inéditos do MINC". Em 2003, recebeu o Prêmio Especial do Júri na 30ª Jornada da Bahia.

- É o antecedente lógico do longa Cabra Cega dirigido também por Toni Venturi em 2004.
- Renato Tapajós também dirigiu esta produção.

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